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NotŪcia - Bolsas femininas t√™m mais micr√≥bios do que vasos sanit√°rios, diz estudo 04/06/2013
Bolsas femininas têm mais micróbios do que vasos sanitários, diz estudo

As bolsas femininas t√™m mais micr√≥bios do que na maioria dos vasos sanit√°rios, confirma o professor do Instituto de Microbiologia da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), Maulori Cabral, sobre os resultados apontados por um estudo da empresa brit√Ęnica especializada em limpeza de banheiros p√ļblicos.

"Tem mais micróbios na superfície das bolsas das mulheres do que na superfície dos vasos sanitários. As mulheres colocam a bolsa em tudo que é lugar. Pegam na bolsa o tempo todo e ficam passando micróbios da mão para a bolsa. E ninguém passa água sanitária na bolsa", diz o especialista.

O estudo feito pela Initial Washroom Hygiene, do Reino Unido, revela que o creme de m√£os, os batons e os estojos de maquiagem s√£o os itens mais sujos que as mulheres carregam dentro das bolsas. Maulori Cabral concorda com a pesquisa: "√Č o que ela [mulher] toca mais, mas, pelo lado de fora".

Ele explicou que os batons, sozinhos, já têm agentes antimicrobianos. O mesmo ocorre em relação ao creme para mãos. Já os frascos que contêm o creme estão a todo momento sendo segurados pelas mãos femininas. Maulori Cabral esclareceu que quando uma pessoa segura algum objeto, transfere para ele parte da sua microbiota.

"Todo bicho vivo que voc√™ conhecer tem uma popula√ß√£o de micr√≥bios associada ao pr√≥prio corpo. Cada pessoa tem as suas popula√ß√Ķes bacterianas. Esse conjunto de popula√ß√Ķes bacterianas que est√° associada ao corpo denomina-se microbiota."
Cabral descartou, entretanto, que o fato de as bolsas femininas apresentarem mais micr√≥bios que a superf√≠cie de vasos sanit√°rios p√Ķe em risco a sa√ļde humana. "De maneira nenhuma. Isso tudo √© inje√ß√£o de p√Ęnico."

A microbiota faz parte da evolu√ß√£o dos seres vivos. Cada pessoa carrega cerca de 100 trilh√Ķes de bact√©rias. "O corpo adulto √© formado por 10 trilh√Ķes de c√©lulas que s√£o descendentes da fecunda√ß√£o, ou seja, da nossa origem embrion√°ria". Quando a criatura nasce, se contamina com bact√©rias, inclusive da pr√≥pria m√£e e, quando fica adulta, carrega dez vezes mais bact√©rias do que c√©lulas embrion√°rias. "Quando voc√™ encosta em uma coisa, passa para ela seus micr√≥bios."

Na avalia√ß√£o do virologista, lavar as m√£os de forma frequente n√£o reduz o n√ļmero de bact√©rias presentes nas bolsas das mulheres. O que precisa √© lavar as m√£os sempre antes das refei√ß√Ķes e depois de ir ao banheiro. "Quando lava as m√£os, voc√™ n√£o se livra dos seus micr√≥bios; voc√™ se livra dos micr√≥bios dos outros. Porque os seus fazem parte da sua microbiota. Os dos outros √© que podem fazer mal a voc√™, ou n√£o."

Cabral reiterou que os seres humanos nascem para conviver com os micr√≥bios. "Fantasiar micr√≥bios como algo mal√©fico √© o maior absurdo." Ele disse que as crian√ßas tomam lactobacilos vivos porque isso faz bem √† sua sa√ļde e que a contamina√ß√£o microbiana √© uma coisa natural.

Embora sejam invisíveis, os micróbios são os seres mais poderosos do planeta, avaliou o professor. Os micróbios fazem parte do cotidiano. Cabral explicou que como o ser humano é um animal social, os homens cumprimentam uns aos outros, trocando micróbios no aperto de mãos. Isso significa que quanto mais íntimo for o cumprimento, mais a microbiota é compartilhada.

"A primeira coisa que você faz é: fique com um pouco dos meus micróbios e me dê um pouco dos seus". Quando há mais intimidade com a outra pessoa, trocam-se beijos. "Aí a coisa complica" porque, segundo Cabral, cada gotícula de saliva tem 100 mil bactérias. "Mas, tem coisa melhor do que trocar bactérias?", brincou o professor.

Fonte: Agência Brasil
 
 
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